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Pequeno notável

O próximo passo é ser campeão mundial de xadrez. Essa é a meta do belo-horizontino Arthur Chiari, que, aos 11 anos de idade, já representou o Brasil em sete países e é dono de 31 títulos, dentre eles o de Mestre Fide, título vitalício internacional de xadrez. Com maturidade, ele declara que “o xadrez é como a vida: nós ganhamos, perdemos, temos que superar as dificuldades, perseguir objetivos e buscar resultados.”

Para quem começou a jogar aos seis anos e ganhou o primeiro campeonato aos sete – mesmo sem ter tradição na família – o xadrez, desde o início, foi mais que diversão: “De cara, achei o jogo muito interessante. Eu mesmo pedi para fazer um curso.” O profissionalismo agora é conciliado com os compromissos escolares. Ele acaba de terminar a 5ª série e já se acostumou a ter que estudar sozinho, já que as viagens para disputar campeonatos exigem essa mobilidade.

 
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